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05 Dezembro 2020 | 11:37
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Portugueses vão continuar a preferir o carro nos próximos cinco anos
Automonitor


O medo do contágio fez disparar a taxa de abandono do transporte público, com o automóvel a manter-se líder nas deslocações do quotidiano – e, nos próximos cinco anos, a maioria (55%) dos portugueses não perspetiva trocar o carro por outro meio de transporte, indica o Barómetro ACP a que o JN e a TSF se associaram.

Segundo o Barómetro, 29% dos inquiridos estimam que utilizarão menos o veículo individual do que no passado. Já 14% garantem que se sentarão mais vezes ao volante dos automóveis.

Depois do automóvel, a bicicleta é o segundo veículo mais seguro, seguindo-se a moto e a trotinete. Antes da pandemia, estes veículos de duas rodas tinham um uso residual: 6,5% dos inquiridos viajavam de bicicleta, 2,2% de motociclo e só 0,9% de trotinete.

Atualmente, o recurso a estes meios parece ser crescente – cerca de 50% afirmam estar a utilizar mais as trotinetes, 25% têm pedalado mais nas bicicletas e 29% viajam mais de moto.

Em sentido inverso, ruma o transporte público: a maioria dos passageiros está a evitar deslocações nos transportes coletivos e a taxa de abandono em linha com a desconfiança na segurança daqueles meios.

Numa escala de insegurança percebida, o autocarro é líder e surge bem mais destacado do que o avião ou o elétrico. Também a confiança no metro e no comboio está abalada.

Assim, 83% dos passageiros confessam ter deixado de viajar ou deslocar-se menos de autocarro – e são os jovens dos 18 aos 34 anos que consideram os autocarros mais inseguros.

O mesmo abandono sucede no metro e no comboio: 86% não usam ou viajam menos no metropolitano, enquanto 85% não entram ou evitam deslocar-se de comboio. Também estão a fugir ao avião: 68% deixaram de voar e 23% voam menos.

Não há um inquirido a afirmar que está a usar mais estes quatro meios de transporte.

Em Portugal, a colocação de máscara nas viagens de automóvel não é obrigatória, ao contrário do que sucede no transporte público. O Barómetro da ACP mostra que a maioria dos condutores não usa esse meio de proteção quando viaja de carro sozinho ou com familiares.

E consideram que correm menos risco com colegas de trabalho (36% põem sempre máscara) do que com amigos próximos ou familiares que não moram consigo (40%). Se viajam no automóvel com idosos, 48% usam a máscara. Nas deslocações com crianças, baixa para os 35%.

Cerca de 34% dos inquiridos do Norte no Barómetro ACP perspetivam usar menos o automóvel nas próximas férias. De um modo geral, 25% dos inquiridos em todo o país farão o mesmo. Apenas 10% têm planos para utilizar mais o carro nestas férias do que no ano passado.

A maioria dos portugueses (78%) é condutor e 11% têm habilitação para conduzir mas não a utilizam ou deixaram de o fazer. A percentagem de condutores é maior no Norte (85%) e menor na Área Metropolitana de Lisboa (72%). Na região da capital, 13% não possuem habilitação legal para conduzir. No Norte, são 3%.

Mesmo sem pandemia, só 40% dos inquiridos no Barómetro ACP previam trocar de automóvel este ano. A maioria (60%) não estava interessada em fazê-lo e, entre as pessoas de menor rendimento, essa percentagem dispara para os 83%.

Os efeitos económicos da covid-19 levaram 15% a desistir ou a adiar esse investimento, embora 23% mantenham a intenção de adquirir um novo automóvel.

Cerca de um terço das pessoas com mais rendimentos e mais qualificações garante que a pandemia não afeta a decisão de troca de carro.





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